História

Por volta do ano de 1950, o tio de um dos nossos paroquianos, arrendou uma pedreira para trabalhar localizada na área hoje ocupada pelas paulinos e da primeira rocha extraída fez uma cruz, a qual foi instalada na capela de S. Antônio, pequena capela na pedreira que servia para as orações de seus funcionários.

Em 1960, os padres Paulinos iniciaram a construção do seu seminário localizado do outro lado da estrada em frente ao bairro do Jardim Arpoador. Eles cederam uma capelinha para celebração de missas, e esta capela recebeu a cruz da pequena capela de Santo Antônio já citada anteriormente. Em 1961, um dos padres paulinos, o padre Majevino, doou uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida, trazida de Roma, ao grupo que percorria as casas do bairro com a imagem fazendo orações com as famílias, essa imagem permanece ate hoje na igreja matriz de Nossa Senhora de Nazaré.

Em seguida formou-se a Irmandade do Apostolado da Oração, o grupo também se deslocava para a paróquia Nossa Senhora do Carmo, onde faziam encontros de orações e participavam da homenagem a Nossa Senhora de Nazaré realizada no segundo domingo de Outubro, pela comunidade paraense aqui em São Paulo, era uma grande festa com quermesse.

Essa comunidade paraense doou uma imagem pequena de Nossa Senhora de Nazaré ao grupo visitante, mas o povo sentiu a necessidade da construção de uma igreja no bairro, e com a ajuda agora dos paulinos, foram adquiridos quatro lotes de terreno no local hoje definitivo da igreja matriz.

Este grupo de oração começou a organizar quermesses para a arrecadação de verba para o inicio da construção de uma capela. Com muita luta e pouco dinheiro, foi construído uma capela de madeira, faltava agora reconhecer a capela como uma paróquia. O título a princípio era para ser Paróquia Nossa Senhora de Aparecida, mas reuniram-se e decidiram mudar para Paróquia Nossa Senhora de Nazaré depois de insistentes solicitações da colônia paraense, pois, já conheciam o grupo do Jardim Arpoador que participava com eles na festa de Nossa Senhora de Nazaré, e também pelo fato de não haver uma paróquia dedicada a Nossa Senhora de Nazaré em São Paulo, era a grande oportunidade para a homenagem. A ideia foi aceita pelos moradores da região que também queriam uma paróquia reconhecida canonicamente. Uma imagem grande de Nossa Senhora de Nazaré foi doada por um fiel, após ter recebido uma graça, esta imagem permanece até hoje na Igreja Matriz.

Em 25 de Setembro de 1966, entre muitos festejos, foi inaugurada a paróquia Nossa Senhora de Nazaré pelo cardeal Dom Agnelo Rossi e cuja pedra fundamental foi a cruz de pedra transferida agora da capela do outro lado da estrada para a atual de madeira.

O padre Santi assumiu a paróquia, e o Jardim Arpoador crescia, e foram surgindo outros bairros: São Jorge, João XXIII, casas comercias, indústrias e a capela foi ficando pequena para abrigar os fieis, foi então que surgiu a ideia e o projeto da construção de um salão de alvenaria para as celebrações, e também com a finalidade de um centro recreativo. Este salão permanece ate hoje sendo utilizado pela comunidade para diversos eventos.

Em 1971, assumiu a paróquia, um padre irlandês que mal sabia falar a nossa língua, mas com muita luta e determinação, conquistou o povo com seu jeito muito carismático. Era Pe. Bernard Leo Dolan, ou carinhosamente conhecido com Pe. Léo, e que logo, cobriu toda a região atendendo enfermos, visitando as famílias e acolhendo até alcoólatras.

O numero de fiéis cresceu muito e surgiu a necessidade de mais igrejas. Sozinho liderou vários grupos e fundou sete comunidades espalhadas pela região, deu inicio a vários movimentos, um dos principais, o ECC, Encontro de Casais com Cristo, o qual contribuiu para a formação de inúmeros agentes pastorais nas comunidades, também nomeou os primeiros ministros leigos da Paróquia.

Em 1981, deu-se inicio a construção da igreja Matriz, durante um longo tempo foram feitos vários mutirões para cavar o alicerce, encher as vigas de concreto, concretar os pisos e também houve várias campanhas para a colocação das lajes, vitrais, etc. Uma mudança significativa na paróquia foi o desmembramento da área pastoral compreendidas pelas comunidades Nossa Senhora de Aparecida, Imaculada Conceição, Nossa Senhora de Fátima e Sta. Bárbara que passou a ser outra paróquia.

O Pe. Léo ficou como nosso pároco até 1983. Atualmente, nosso Pároco é Padre Jorge Augusto. Nosso Vigário Paroquial é o Padre Vagner.

1950-1956 – Iniciou-se o loteamento do Jardim Arpoador, o primeiro da região Butantã. Devido a distância até o centro da cidade, a Raposo Tavares ser uma estrada estreita e perigosa, transporte precário, sem asfalto, água, luz, e sem a mínima estrutura, o povoamento aconteceu de forma muito lenta. O primeiro comércio foi um pequeno Empório, aberto por um casal de portugueses, depois uma pequena escola de emergência; uma companhia construiu um conjunto de casas e o povoamento do bairro foi aumentando.

1957 – Os seminaristas e padres paulinos instalaram-se numa grande área localizada do outro lado da Rodovia Raposo Tavares, no sen do interior. Moravam num pequeno seminário, hoje localizado atrás do Posto da Polícia Rodoviária; também construíram uma pequena Capela onde atualmente existe um conjunto de prédios que fica na entrada da Cohab Raposo. Nesta Capela, as missas dominicais eram celebradas pelo Pe. Luis e pelo Pe. Majorino. Atrás da área dos paulinos, onde exis a uma pequena capelinha denominada de Sto. Antônio, dentro de uma pedreira, foi colocada uma cruz de granito doada por um leigo que havia arrendado a pedreira. Esta cruz foi cortada e lapidada da primeira rocha extraída. A pedreira foi desa vada e a cruz doada para a Capela dos Paulinos.

1961 – O Pe. Majorino foi para Roma e levou consigo uma imagem de N. Sra. Aparecida, que foi abençoada pelo papa. Quando retornou ao Brasil, doou a Imagem para a Capela. Essa imagem, durante a semana, peregrinava nas casas, e aos domingos era levada à Capela. Nesse mesmo ano, formaram o primeiro grupo do Apostolado da Oração. Com a chegada de uma família paraense que se uniu à comunidade, houve um convite para par ciparem na Igreja N. Sra. do Carmo, localizada no centro de São Paulo. Nesta Igreja, havia uma comunidade de paraenses que realizava uma festa com quermesse em homenagem a N. Sra. de Nazaré, no segundo domingo de outubro. Além da par cipação nesta festa, formou-se na pequena Capela o grupo da Legião de Maria, iniciou-se as catequeses para adultos e crianças nas casas, realizadas pelo seminarista Domingos e Pe. Zezinho, ambos Redentoristas. Neste tempo, houve a saída do Pe. Majorino e a chegada do Pe. Remo San . Diante de toda esta realidade, os grupos que rezavam nas casas viram a necessidade de ter uma Igreja no bairro.

1965 – Depois de uma grande procura, foram adquiridos 5 lotes, uma área total de 1993 m2, no valor de Cr$ 800.000 (oitocentos mil cruzeiros) na Av. Flamengo, hoje Av. General Asdrúbal da Cunha. Como não nham recursos, foi solicitado um emprés mo à Mitra Arquidiocesana de São Paulo. A escritura do terreno foi lavrada no dia 06 de Agosto de 1965.

1966 – Com muito esforço começaram a organizar quermesses no próprio terreno, que se estendia por meses com a finalidade da quitação da dívida. Neste mesmo período, construíram uma Capela de madeira, com material doado pelos leigos, pelos paulinos e também pelos padres redentoristas que haviam se instalado há pouco no prédio que hoje é a penitenciária feminina no Km 20 da Rodovia Raposo Tavares. Esta capela de madeira ficava no fundo do terreno, ao lado do portão da saída para a rua Adherbal Stresser. Diante disso, o desafio era reconhecer a Capela como uma Paróquia. A paróquia, a princípio, era para ser Paróquia N. Sra. Aparecida por causa da imagem que peregrinava nas casas. A comunidade paraense, que já conhecia o grupo, sabendo da compra do terreno, deram a sugestão de ser N. Sra.de Nazaré; argumentavam não haver nenhuma Paróquia dedicada a ela em São Paulo. A comunidade se reuniu e aceitou a sugestão. Uma grande imagem de N. Sra. Nazaré foi doada por um leigo após uma graça recebida; a mesma permanece até hoje na Igreja Matriz. Enquanto a Capela não ficava pronta, essa imagem ficou três meses numa fazenda, onde hoje fica a empresa Akzo ( ntas Wanda) no Jd. São Jorge; depois um mês no Seminário dos Paulinos, e por fim veio em procissão para ficar defini vamente na Capela. O padre San assumiu as celebrações na Capela e em 23 de setembro de 1966, entre muitos festejos, foi criada e instalada a Paróquia Nossa Senhora de Nazaré em missa solene presidida pelo cardeal Dom Agnelo Rossi, tendo como a pedra fundamental a cruz trazida da Capela dos paulinos, hoje instalada na frente da Igreja Matriz. A população do Jardim Arpoador foi crescendo, assim como os bairros ao seu redor, e a Capela de madeira ficou pequena para atender a população. Então surgiu a ideia e posteriormente o projeto da construção de um salão de alvenaria para as Celebrações e também com a finalidade de um Centro Recrea vo. Foram realizados bailes, festa da rainha da primavera e outras a vidades neste salão, que permanece até hoje no mesmo local. O Pe. San deixou a paróquia e assumiu o Pe. Ângelo Sonego, que contou com a colaboração dos Pe. Carlos Ribeiro (Paulino), Pe. Luiz (Paulino) e Pe. Ulisses (Redentorista).

1966 – Criação e Instalação da Paróquia: 23 de setembro de 1966.

1970 – Neste ano, um vendaval derrubou parte do salão e da capela. Surgiu, com isto, o desafio de os reconstruir. Os paroquianos mais uma vez trabalharam muito fazendo leilões e quermesses no frio, chuva e relento. A Capela de madeira não foi mais reconstruída.

1972 – No dia 01 de janeiro de 1972, assumiu como pároco o Pe. Bernard Leo Dólan, conhecido como Pe. Léo, da sociedade São Patrício da Irlanda. Com muita dificuldade em falar o português, acompanhado de seu inseparável fuscão preto, atendia toda a região socorrendo os enfermos, visitando as famílias, recolhendo os alcoólatras. Deste modo, foi conquistando os paroquianos e tornou-se um padre muito carismá co. Nos primeiros dias como pároco enfrentou seu primeiro desafio: Houve uma grande tempestade e as casas dos funcionários da fábrica de adubo, que ficavam do outro lado da Raposo Tavares, foram submersas pela água. Pe. Léo, com grande espírito missionário, acolheu todas aquelas famílias por alguns dias no salão, mesmo inacabado e sem condições de atender toda aquela gente. Essas casas ficavam onde hoje existe um centro comercial. Começava então o período de padres Irlandeses da Sociedade S. Patrício assumindo a nossa Paróquia. O Pe. Léo fundou as comunidades: São José, São João Ba sta, N. Sra. de Fá ma, Imaculada Conceição, São Patrício, São Francisco, Tenda do Senhor e deixou encaminhadas, antes de sua saída, as comunidades Sta. Bárbara, N. Sra. Rainha da Paz e São Camilo. Deu início a vários movimentos, dentre eles o ECC, no qual contribuiu efe vamente para formação de inúmeros agentes pastorais nas comunidades. Também nomeou os primeiros ministros leigos da paróquia em 1983.

1974 – A Comunidade São José, Jd. São Jorge, foi iniciada por um grupo de moradores que se desmembraram da Comunidade Matriz N. Sra. de Nazaré; após os grupos de catequeses que eram realizados nas casas, o Padre Léo mo vou os moradores a comprar um terreno para construir uma comunidade no bairro. A primeira missa desta comunidade foi celebrada por Dom Francisco Manoel Vieira, bispo da região oeste da Arquidiocese de São Paulo.

1975 – Neste ano, em 21 de Dezembro, foi fundada a Comunidade São João Ba sta; no início as pessoas se reuniam na casa do Sr. Deusdete, onde surgiu a ideia de criar uma nova comunidade. Deste grupo faziam parte: Beijomar, José Rodrigues, Teodoro e Izaias.

1978/1980 – Construção da Comunidade São José. Antes só havia a Igreja no Jardim Arpoador (Matriz Nossa Senhora de Nazaré);

1981 – Neste ano, deu-se o início da construção da Igreja Matriz. Foram feitos vários mu rões para cavar o alicerce, concretar baldrames e pisos. Foram feitas campanhas para a colocação das lajes e vitrais e os paroquianos par ciparam com grande fervor. O Pe. Léo ficou até o ano de 1983.

1984-1988 – Neste tempo, passaram pela paróquia: Pe. John Joseph Smith, conhecido como Pe. João (como pároco), Pe. Gregory Byrne, conhecido como padre Gregório, Pe. Denis (como pároco), Pe. Brendan, conhecido como Pe. Brandão (como pároco) Pe. Miguel e Pe. Derek. Também vemos padres que por vários anos ajudaram: Pe. Flávio, Pe. Nilo, Pe. Arns, Pe. Marques, Pe. Marim, Pe. Tonom, Pe. Luis Miguel, Pe. Valdioney, Pe. Mario Pize a, Pe. Virgílio, Pe. Caom e Pe. Leo Pessini, e também as irmãs do Cenáculo, as irmãs Paulinas, as irmãs Pias Discípulas, as irmãs Pastorinhas e os irmãos Paulinos. Na paróquia e nos locais cedidos pelos religiosos, veram formações, re ros espirituais, encontros para jovens e catequeses.

1988 – Início da Comunidade São Patrício, Vila Operária. O padre Léo Dólan ganhou o terreno e os moradores se reuniram em mu rões para construir a Capela dedicada a São Patrício. Por muito tempo, devido à falta de fiéis, a comunidade quase não se reuniu, mas com fidelidade e perseverança das catequistas, a comunidade permaneceu em a vidades. Padre Jimmy, neste momento, foi o maior incen vador espiritual para a comunidade.

1984 – Início da Comunidade São Judas Tadeu, na Cohab Educandário. As celebrações e missas eram realizadas nas casas e depois na Sede da Associação dos Amigos de Bairro da Cohab Educandário;

1989 – Assume como pároco: Pe. James Francis Murray, conhecido como Pe. James. Em sua chegada, vindo da Irlanda, encantou-se com a maneira recep va dos brasileiros, dizia-se corin ano e adotou muitas “bruxinhas”, termo que usava carinhosamente para chamar as crianças.

1994 – Durante a celebração das Bodas de Ouro do casal Luiz Ferreira de Oliva e Maria das Dores Caetano Parrela, na Igreja de São João Ba sta, foi solicitado ao Pe. James a criação de uma comunidade no Parque Ipê.

1995 – Aconteceu a primeira Celebração Eucarís ca no Parque Ipê, na Escola Municipal Teófilo Benedito O oni, caracterizando assim o início daquela nova comunidade de fiéis, São Camilo de Léllis. A par r daí, até o ano de 1997, foram celebradas com frequência Santas Missas nos lares, até que com o esforço comum, foi comprado o primeiro terreno.

1997 – A par r deste ano, as celebrações dominicais da comunidade São Camilo eram realizadas no coreto da Praça Carlos Alberto Figueira Leitão, inclusive as solenidades de Corpus Chris , Natal, Páscoa e fes vidade do Padroeiro. Este costume estendeu-se até o ano de 2002, quando foi adquirido o segundo imóvel, do qual, aproveitando parte da casa, foi construído um grande salão para tornar-se a Capela de São Camilo, onde as celebrações passaram a ocorrer até o ano de 2007.

1999 – Houve o desmembramento da Paróquia. As comunidades: N. Sra. Aparecida (Monte Belo), Imaculada Conceição (Jd. Dracena), N. Sra. de Fá ma e Sta. Bárbara passaram a pertencer a Paróquia Imaculada Conceição (criada por Dom Francisco Manuel Vieira). Também durante a gestão do Pe. James foi alterada a data da festa de N. Sra. Nazaré que era realizada no segundo domingo de outubro para o dia 8 de setembro, devido a data que, dependendo do ano, era a mesma de N. Sra. Aparecida. Pe. James deu a sugestão e o conselho da Igreja Matriz concordou com a mudança. Neste ano, pensou-se em fundar a comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz. Pe. James con nuou a assis r a comunidade São Judas e a auxiliar a penitenciária feminina (Raposo Tavares). Já com grandes problemas de saúde, Pe. James deixa a paróquia em 11 de junho de 2005, quando foi chamado por seu bispo na Irlanda. O Pe. James foi o padre que mais tempo ficou como Pároco, foram 16 anos.

2002 – Início da Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz, com celebrações e orações nas casas dos paroquianos, desmembrada da comunidade S. João Ba sta. Nesta época também foi adquirido, com a ajuda de doações e festas, um terreno na rua Padre Gonçalo Leite, para esta comunidade;

2005 – Assume então a Paróquia o Pe. Antônio Alves. Durante sua gestão, Pe. James volta para o Brasil, país que tanto amava e como sempre afirmava: “Quero terminar meus dias nesta terra abençoada”. Voltou como aposentado morando na região de Taboão da Serra, Diocese de Campo Limpo.

2007 – Neste momento, o crescimento das pastorais e movimentos na Comunidade de São Camilo fez com que aquele espaço outrora adquirido se tornasse pequeno e insuficiente para as a vidades propostas, de modo que era necessário realizar uma reforma. Demoliu-se, portanto, aquele espaço, de modo que as celebrações passaram a acontecer no pá o da Associação Lar Ternura até o ano de 2010. A par r daí, na gestão do Pároco José Aparecido, tendo sua conclusão com o Pe. Jorge Augusto em 2012, a Igreja foi reestruturada nos seus aspectos sicos e esté cos, e recebeu a relíquia do coração de São Camilo, vinda de Roma.

2008 – A Comunidade Jesus Bom Pastor localizada no bairro do Jardim Cambará, foi criada pelo vigário paroquial, Pe. José Aparecido, após uma missa na garagem de uma residência de uma moradora do bairro (Dona Mariana Lenita). Como a celebração foi no dia de Jesus Bom Pastor, quarto domingo da Páscoa, ficou este patrono para a comunidade. Anos anteriores eram realizadas: novenas de Natal e grupos de oração do Terço nas casas.

2009 – O estado de saúde do Padre James foi se agravando e veio a falecer em 02 de fevereiro deste ano; foi uma enorme comoção, e mesmo não havendo mais nenhuma ligação com a Paróquia, seu corpo foi velado na Igreja Matriz para que os paroquianos pudessem dar o seu adeus. Depois de algum tempo, em sua homenagem, uma pequena praça em frente a comunidade S. Camilo recebeu oficialmente seu nome.

2010 – Após a saída do Pe. Antônio, assume a paróquia o Pe. José Aparecido. Em 06 de Fevereiro de 2010 chega um vigário para auxiliar, Pe. Jorge Augusto, recém ordenado; neste ano acontece a primeira edição da Festa da Padroeira, com o nome Círio de Nazaré em SP;

2012 – O Pe. Aparecido foi transferido e o Pe. Jorge Augusto assume como pároco. Pe. Nilso, neste ano, ajuda como cooperador paroquial;

2013 – Pe. Vagner João Pacheco fica na Paróquia como Vigário Paroquial; Neste ano a Paróquia acolheu a Comunidade N. Sra. do Carmo (no Educandário Dom Duarte), que se desmembra da paróquia S. João Maria Vianey, em Taboão da Serra, Diocese de Campo Limpo. Neste ano também, após a reunião do Conselho Paroquial, ficou decidido que a Missa de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, seria campal, no final da Rua Severiano Leite da Silva, para se resgatar aquela porção do povo de Deus, que antes celebrava em uma Creche do Centro Comunitário, chamada São Francisco. Neste dia iniciou-se a peregrinação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida nas casas daquela região do Jd. São Jorge, que resultou no início desta comunidade;

2014 – Pe. Vagner foi transferido e Pe. Paulo Rogério, recém ordenado, é o novo vigário paroquial; neste ano, foi vendido um terreno que foi doado pela Sra. Vicen na em frente à Igreja Matriz N. Sra. de Nazaré. Com o valor deste terreno, foi comprado outro terreno para a futura Igreja de N. Sra. Aparecida, no Jd. São Jorge.

2015 – Em julho, houve o desmembramento: as comunidades Nossa Senhora Rainha da Paz, N. Sra. do Carmo e São Judas, passaram a ser Área Pastoral São Judas Tadeu e o vigário Pe. Paulo passa a ser o Administrador Paroquial dessa Área.

Na dimensão pastoral a Paróquia celebrou unida ao Ano Santo Extraordinário da Misericórdia, o Jubileu de 50 anos, seguindo um i nerário que teve início em janeiro e encerrou-se com o 6º Círio de Nazaré em SP.

Permanece o desafio de ar cular uma pastoral social mais frutuosa;

Alguns grupos como Infância Missionária e Legião de Maria precisam de mo vação para suscitar novos membros e redescobrir o carisma do apostolado;

Na dimensão administra va, estão sendo providenciadas, junto aos órgãos públicos, a imunidade dos IPTUs de algumas comunidades e a venda de um terreno doado na década de 90 do século passado, porém possível somente agora devido a algumas irregularidades na documentação;

Na estrutura dos templos, foi feita a demolição de uma parte das salas em mal estado da Comunidade São João Ba sta, visando a ampliação da mesma. Também se pretende fazer um novo telhado na Igreja São Camilo e uma fonte no pá o da Igreja Matriz. Na Igreja São José será colocado o reves mento cerâmico na parte externa;

Se tem como projeto na parte forma va, haver dois dias ao mês para reflexão e atualização;

O dízimo sofreu uma pequena queda, onde o CAEP chegou à conclusão de ser o efeito da atual realidade vivenciada em nosso país;

Com relação ao poder aquisi vo e econômico, existem duas classes predominantemente presentes no território: a média e a baixa;

Existem, na área paroquial, quatro áreas livres onde, após invasão, vive a população sem-teto;

Em um território de 65 mil habitantes, não há nenhum Pronto Socorro para atendimento da população, que precisa se deslocar para outros locais a fim de um tratamento mais adequado, uma vez que a região possui apenas duas Unidades Básicas de Saúde;

Não há nenhum órgão público de assistência social que ampare a população carente e de classe baixa;

O índice de violência pode ser considerado como alto, dada a frequência exorbitante com que são relatados os casos;

Faz parte do território paroquial a 75º Delegacia de Polícia;

Existem alguns projetos sociais e associações beneficentes que estão situados nesta área, dentre os quais a Associação Beneficente Lar Ternura, o Grupo de Assistência Social Bom Caminho, o projeto Amem (Associação dos Amigos da Criança pelo Esporte Maior), o Espaço Gente Jovem e o Projeto Social Ajax